Violação de dados do Facebook apresenta riscos de novos crimes cibernéticos

Violação de dados do Facebook apresenta riscos de novos crimes cibernéticos

Os especialistas acreditam que qualquer vazamento de dados que afete sites de redes sociais globais, como o Facebook, carrega uma série de ameaças. Embora seja improvável que o uso desses dados cause sérios danos aos usuários, as consequências de tal incidente não podem ser subestimadas.

De acordo com Igor Bederov, especialista do centro de engenharia SafeNet da National Technology Initiative (NTI), os dados pessoais expostos de milhões de usuários não são suficientes para que os hackers retirem dinheiro de suas contas bancárias. No entanto, essas informações podem ser implantadas para ataques de engenharia social ou phishing, destaca a SafeNet.

Anteriormente, o Business Insider relatou que as informações pessoais de mais de 500 milhões de usuários do Facebook de 106 países foram encontradas disponíveis em um site para hackers. Os dados incluíram registros de clientes dos Estados Unidos, Grã-Bretanha e Sudeste Asiático. As informações vazadas supostamente continham nomes completos, locais, datas de nascimento dentre outras informações. Além disso, alguns fatos de perfil sobre o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, estavam entre os dados roubados.

De acordo com Bederov, esses dados podem ser usados por golpistas para chamadas intrusivas em nome de lojas, bancos, seguradoras e outros. A perda de dados privados torna o cliente vulnerável a esse tipo de fraude, enfatiza o analista.

Se os dados de perfil forem encontrados em um banco de dados público, os usuários precisam ficar em alerta. É importante notar que os golpistas não podem obter acesso às contas bancárias ou cartões dos usuários com a ajuda dessas informações. No entanto, eles podem usá-la para fraudes de engenharia social. Portanto, os clientes devem estar vigilantes ao receberem ligações de bancos, lojas ou outras empresas com um pedido para nomear um número de titular do cartão e um código de segurança de três dígitos, alertam os especialistas.

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