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McKinsey revela relatório de balanço global

McKinsey revela relatório de balanço global

Recentemente, McKinsey publicou um relatório sobre o patrimônio líquido do mundo. De acordo com The Rise and Rise of the Global Balance Sheet da MGI, a riqueza mundial subiu notavelmente em duas décadas, mas não tanto quanto na China. Seu patrimônio líquido foi o maior dentre os 10 países. Isso não é surpreendente, já que a China tem acumulado fortunas mais rápido do que qualquer outro país do mundo, desde o início do século 21.

Os especialistas da McKinsey conduziram uma análise completa de todos os ativos financeiros, possuídos pela população e empresas, nos dez maiores países. "Pode ser visto que os ativos reais e patrimônio líquido, os ativos financeiros dos lares, empresas e governos, além dos ativos financeiros e passivos de instituições financeiras, triplicaram desde 2000, para cerca de $500 trilhões cada, ou aproximadamente seis vezes o PIB global". A riqueza global total subiu de 156 trilhões, registrados em 2000, para 514 trilhões. A China se tornou a líder sem disputas. O país possui um terço desse crescimento. Com base no per capita, o patrimônio líquido chinês subiu de 7 trilhões para 120 trilhões. Nos Estados Unidos, esse valor mais que dobrou para $90 trilhões. Em ambas as economias, mais de dois terços dos ativos pertencem a 10% da população e essa diferença está aumentando.

Notavelmente, os imóveis compõem grande parte da fortuna global. "Pelos 10 países que estudamos, os valores de imóveis mais que triplicaram em média", declara o relatório. Portanto, 68% do valor total de todos os ativos, ao redor do mundo, pertence a imóveis. Os analistas da McKinsey acreditam que o valor total, dos ativos globais, subiu nas últimas duas décadas, seguindo um salto nos preços de imóveis, devido às taxas de juros menores. De acordo com a pesquisa, os imóveis estão subindo de valor mais rápido que o aumento de salários. Isso significa que o número de pessoas que pode sustentar uma casa está diminuindo. Além disso, o aumento rápido nos preços imobiliários eleva o risco de uma crise financeira, semelhante à dos EUA em 2008, causada pela bolha imobiliária.

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