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HSBC Holdings no fogo cruzado entre EUA-China.

HSBC Holdings no fogo cruzado entre EUA-China.

Como se costuma dizer, a amizade entre banqueiros não passa de um mito. E isto costumar não surpreender. No setor bancário, não há lugar para coisas como o dinheiro e a regra do benefício. O maior banco britânico HSBC provou recentemente a veracidade desta afirmação.

Por muitos anos, a HSBC Holdings Plc. e a Ping An Insurance Group Co. têm desfrutado de um relacionamento acolhedor, apoiando-se financeiramente um ao outro e mantendo-se em sintonia em muitas questões. O choque se espalhou pelo mercado quando o gigante de seguros chinês pediu a divisão mais dramática da história bancária. Parece que a Ping An tende a falir o HSBC após 20 anos de constantes investimentos no banco. Ping An, liderada por Peter Ma, está pedindo ao presidente do HSBC Mark Tucker que considere opções, incluindo a divisão dos negócios e a listagem separada das operações asiáticas no mercado de ações.

“Ping An entende a maneira como os ventos regulatórios estão soprando”, disse Isaac Stone Fish, fundador da Strategy Risks, especializada em relações corporativas com a China. “As empresas precisam cada vez mais escolher lados entre os EUA e a China, e podemos ver mais corporações considerando a separação como uma forma de escolher entre os dois poderes”, observou Isaac Stone Fish, o CEO e fundador da Strategy Risks, uma empresa que quantifica a exposição corporativa à China.

"Qualquer ruptura custaria bilhões de dólares". Além disso, seria um golpe para a cidade de Londres e um olho negro para o modelo de banco global", disseram os analistas do Barclays Plc. Eles também apontaram que as mudanças poderiam colher 3% a 8% do valor de mercado do grupo.

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