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Economia da China pode despencar para baixas da década de 1990

Economia da China pode despencar para baixas da década de 1990

A economia da China está em uma montanha-russa. No verão, a China impressionou os participantes do mercado com seu crescimento impressionante do PIB. Porém os analistas alertam que o país está indo em direção à contração mais repentina dos últimos 30 anos.

A economia da China perdeu sua série de vitórias no terceiro trimestre de 2021. A taxa anual do crescimento econômico desacelerou bruscamente para 4,9%, o ritmo mais fraco desde o terceiro trimestre do ano passado. É evidente que Beijing dificilmente suavizará sua retórica sobre o setor imobiliária, o que pressionará muito o setor nos próximos anos. Os principais bancos do mundo, como Goldman Sachs, Nomura e Barclays, diminuíram suas previsões do crescimento econômico da China para 5% e até menos para 2022. Se essas previsões forem realizadas, a produção nacional da China pode cair para as piores taxas nos últimos 30 anos.

Qualquer diminuição grave na economia chinesa imediatamente prejudicará os outros países. Sendo a segunda maior economia global, as quedas internas da China inevitavelmente desafiarão as outras economias. Se o setor industrial na China perder o impulso, os exportadores de commodities devem se preparar para uma demanda lenta, que prejudicará seus rendimentos. Devido às condições econômicas adversas, os chineses cortarão seus gastos. Sendo o principal público-alvo das empresas transnacionais, o comércio global entrará no modo de espera novamente. Rob Subbaraman, economista da Nomura, pensa que uma desaceleração na economia da China "pode reduzir diretamente o crescimento do PIB mundial por volta de 0,5 pontos percentuais".

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